parecia essa mesma, a sina
no primeiro encontro, não-encontro
desde já, era outro que ela olhava
chovia e ele se pôs a dançar.
então, em conversas em comum
descobrira, incomum, alguns gostos.
para ele, ela, tanta personalidade:
doce escrita, vontade de vida, puro verde.
talvez daí, a leveza dos seus passos,
dali, a pureza do coração
talvez sim, a bravura dos seus sonhos
e do mar, a cor da sua pele.
pois, de pronto, o segundo encontro.
desencontro, eles em outros pares
sorriram, desde sempre sorriram:
guardaria pra mim, anos e anos
parecia mesmo assim, no ar
o que ele sentia, ela talvez sentisse
uma vontade de dois, de ter.
danada da vida, ensina.
Assinar:
Postar comentários (Atom)
5 comentários:
ah que linda história, amigo Miya.
Foi bom acordar hoje e olhar sua janela.
Não demore tanto para abrí-la novamente. Tem uma linda paisagem...
Abraço
Opa, vamos levar esse desafio a diante.
A cada texto que termino, tenho medo de não conseguir escrever o próximo.
Você também sente essa angústia?
p.s. Se me permite, amigo Miya, esquecestes um "n" do meu blog na sua lista.
Forte abraço
é tao bonito, bem.
baila que nem dança
=)
um beijo!
que lindo, dé!!!
te amo,
bjs
Eu vi um curta. Ou melhor, eu vi imagem. Vi filmado até o desecontro, veja só! Faz tempo que não venho, Miya, mas gosto daqui. bjos
Postar um comentário